segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Energia eólica crescerá sete vezes até 2014


Energia Eólica

Energia eólica crescerá sete vezes até 2014

Na onda da TI Verde. A geração de energia elétrica por usinas eólicas deve aumentar sete vezes no país até 2014, de acordo com o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim. Disse ele que nos próximos três anos, a capacidade de geração de energia eólica passará dos atuais 1 gigawatt (GW) para 7 GW.Tolmasquim participou em São Paulo, de um debate sobre o setor elétrico e as hidrelétricas brasileiras. Ele destacou a importância dos investimentos em usinas elétricas movidas a vento, principalmente no Nordeste.Segundo o presidente da EPE, a crise econômica na Europa acabou incentivando que empresas estrangeiras se instalassem no país para aproveitar o seu crescimento.“A crise na Europa paralisou os projetos por lá”, assinalou Tolmasquim. “Na China, só entram empresas que produzem equipamentos na China. As empresas estrangeiras se focaram no Brasil.”Segundo Tolmasquim, quatro companhias fabricam usinas eólicas no Brasil atualmente. Ele disse também que outras quatro empresas já anunciaram que vão se instalar no país.


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Empresa cria Nanogeradores que podem manter dispositivos carregados para sempre

Empresa cria Nanogeradores que podem manter dispositivos carregados para sempre

Feitos com nanofios de óxido de zinco, estruturas podem gerar energia a partir dos movimentos do corpo humano

 Na onda da TI Verde, um grupo de cientistas do Instituto de Tecnologia da Georgia apresentou, durante o 241º Encontro e Exposição Nacional da Sociedade Química Americana, um nanogerador capaz de carregar dispositivos com a eletricidade gerada por movimentos do corpo humano. O chefe de pesquisa, Dr. Zhong Lin Wang, explicou ao The Telegraph que o gerador, feito com nanofios de óxido de zinco (ZnO), pode gerar correntes elétricas quando dobrado, ou seja, se o conectarmos à sola de um sapato, teremos uma fonte quase inesgotável de energia.

No momento, os pesquisadores conseguiram energia suficiente para acender uma pequena lâmpada, já que o gerador produz uma corrente semelhante à de pilhas do tamanho AA. Mesmo assim, Zhong Lin Wang afirma que, dentro de cinco anos, poderão usar a tecnologia em outros dispositivos, como celulares e players de música.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Facebook afirma ter economizado mais de US$ 200 mil com a TI Verde

Facebook afirma ter economizado mais de US$ 200 mil com a TI Verde

Técnica evita que ar frio escape dos corredores de seus data-centers, evitando o aquecimento excessivo dos mesmos.

O Facebook anunciou na última semana que a aplicação de técnicas da chamada TI Verde proporcionou a economia de 230 mil dólares à empresa, graças a uma melhor gestão do fluxo de ar em seu data-center localizado em Santa Clara, na Califórnia.

Atualmente, os sistemas de refrigeração que impedem que os centros de dados sofram de aquecimento excessivo representam um dos maiores custos às empresa de TI. No entanto, o Facebook estudou as leituras de temperatura e umidade de todo o seu data-center e usou um software de dinâmica de fluidos para analisar o movimento do ar, e depois localizar as áreas dentro do data-center que eram demasiadamente quentes e outras que eram muito frias.

A partir daí, o Facebook constatou que os ares quente e frio se misturavam acima e ao redor dos corredores dos seus servidores.  Logo, criou um projeto de contenção que evita que o ar frio escape, graças ao uso de um plástico especial. Isso permitiu fechar 15 controladores de ar de seu sistema de refrigeração, o que proporcionou a economia de energia e, consequentemente, de dinheiro.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Como colocar a TI Verde a favor da sua empresa

Como colocar a TI Verde a favor da sua empresa

Reduzir os gastos do orçamento da sua empresa com TI Verde pode ser tão simples quanto usar ar fresco para refrigerar seu data-center? A resposta pode não ser tão óbvia, mas pode ser o primeiro passo para alcançar o objetivo, porque companhias que estão utilizando ar natural para refrigerar suas instalações estão colhendo grandes benefícios, tanto ambientais quanto financeiros.

Nos dias de hoje existem uma serie de praticas para empresas de tecnologia criarem operações mais ‘verdes’ que reduzam custos de energia, aumentem o crédito de carbono das empresas e, também, economizem dinheiro.

Mas a maioria das empresas ainda não está capitalizando suas iniciativas, mesmo aquelas relativamente fáceis e baratas de se implementar. Uma pesquisa anual realizada pelo 
Computerworld norte-americano mostrou que os executivos de TI ainda relutam.

Segundo o levantamento, quase a metade dos executivos ouvidos (42%) disse que seus departamentos não têm planejados, para os próximos doze meses, projetos para redução de consumo de energia ou emissão de carbono, e quase três quartos reconheceram não ter planos para a criação de comitês que coordenem estas iniciativas.

É impossível dizer que estes executivos não têm seus motivos para permanecer longe destas questões. Para Kumar, alguns deles encaram o tema como modismo. Christopher Mines, analista do Forrester, afirma que outros não levam o tema a sério e não veem necessidade de agir, e outro grupo acredita tratar-se apenas de aumento nas despesas.

Outros ainda demonstram irritação com o retrabalho exigido para alinhamento de sistemas e processos. “A última coisa que estas pessoas querem fazer é redefinir processos de TI que funcionam e iniciar um processo de reengenharia para torná-los mais eficientes”, ressalta Mines.

Pioneiros
Apesar disso, há um grupo de executivos de TI e outros executivos que estão colocando os questionamentos de lado e estão implementando iniciativas de TI Verde. Quando a IDC entrevistou 300 CEOs para sua pesquisa “U.S. Green IT Survey”, em setembro de 2008, 44% dos respondentes disseram que as áreas de TI teriam um papel muito importante os esforços corporativos para redução de impactos ambientais. Em 2007, este percentual era de 14%.

Grandes projetos, com seus correspondentes retornos sobre investimento, exigem muita atenção. Infelizmente, algumas vezes eles deixam de lado pequenas mudanças que, feitas em conjunto, podem representar economias significativas. Veja abaixo algumas das melhores práticas que oferecem benefícios financeiros e ambientais:
  • Tire da tomada carregadores de bateria e de celulares, quando eles não estiverem em uso;
  • Troque os monitores CRT por LCD, que são mais eficientes, e garanta descarte correto dos antigos, que contêm material poluente;
  • Considere fornecer laptops aos usuários, ao invés de desktops. Você pode reduzir o gasto de energia e eliminar a necessidade de comprar dois equipamentos para os trabalhadores móveis;
  • Instale e estimule o uso de equipamentos de teleconferência e outras ferramentas de colaboração que reduzem a necessidade de viagens sem sacrificar os negócios;
  • Desligue os descansos de tela;
  • Imprima frente e verso e mantenha as impressoras longe dos funcionários. Isso vai desencorajar impressões desnecessárias;
  • Estimule o teletrabalho. Isso vai reduzir a quantidade de carros na rua e a necessidade de mais espaço no escritório.
A pesquisa de 2008 também mostrou que a redução de custos de energia é hoje a maior razão para a adoção da TI Verde. “Nós não encontramos muitas empresas em dúvida sobre a exploração de projetos de TI Verde. A principal dúvida é por onde começar. Fornecedores e ambientalistas têm feito muito marketing sobre o tema e isso pode estar confundindo CEOs e CIOs”, acredita Vernon Turner, analista da IDC.

Para que estas iniciativas funcionem, é fundamental que sejam desenvolvidas políticas verdes corporativas. De outro lado, as áreas de TI podem implementar algumas ações sem a necessidade de refazer inteiramente políticas, processos e procedimentos e também sem gastar muito dinheiro.

Mais que isso, elas podem vender o gerenciamento destes projetos com base não apenas em seus méritos ambientais, mas também com base em seu retorno financeiro.

“Muitas ações permitem retorno em curto prazo”, alerta Kumar, lembrando que nas atuais condições da economia mundial, os CIOs deveriam manter seu foco em iniciativas cujos retornos se comprovem em, no máximo, 18 meses. Ele cita como exemplo projetos que reduzam a demanda por energia, desde o uso de telecomutação e teleconferência até a consolidação de data-centers. “Estas, em nossa opinião, são ações de TI Verde”, afirma.

Katharine Kaplan, gerente de produto da Energy Star junto a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, concorda. “O gerenciamento de energia é provavelmente um dos meios mais fáceis e de menor custo de obter grandes resultados”, diz. Como exemplo, ela lembra que o uso de funcionalidades de gerenciamento em desktops pode economizar 50 dólares anuais por máquina. As mesmas ferramentas, em monitores, podem economizar de 12 dólares e 90 dólares anuais, por monitor.

Becky Blalock, vice-presidente e CIO da Southern Co., companhia energética de Atlanta, disse que sua empresa está implementando tecnologias de gerenciamento de energia para garantir que seus 26 mil desktops sejam desligados a noite e durante os períodos de inatividade.

Para Henry Wong, membro do programa de eco-tecnologia da Intel, o gerenciamento de desktops é apenas o começo. Ele lembra que o gerenciamento de ativos é outra maneira simples de reduzir os gastos com energia e custos, bastando analisar a operação para identificar e desligar qualquer equipamento eu não esteja sendo usado ou seja necessário.

Outro modo fácil de introduzir benefícios ‘verdes’ que trazem retorno financeiro é a adoção de práticas de procurement, lembra Michelle Erickson, diretora de programa de TI sustentável do Citigroup. Um exemplo: a instituição está implementando thin clients, que têm menor necessidade de energia e reduz as emissões de carbono das empresas usuárias.

A executiva também recomenda que novos equipamentos estejam em conformidade com o padrão Energy Star, o que garante que os usuários estão usando computadores mais eficientes em energia. O padrão será atualizado este ano, e passará a incluir também servidores. Para Wong, estratégia similar pode ser adotada nos data-centers: analise o equipamento que você tem e consolide onde você puder maximizar o uso de cada máquina, sempre com foco nas necessidades de suas unidades de negócio.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Virtualização de Servidores

Virtualização de Servidores


A virtualização de servidores não é um conceito novo. Há mais de cinquenta anos, a solução já era adotada no mainframe – computador central de grande porte, dedicado normalmente ao processamento de extenso volume de informações –, que rodava, em uma mesma máquina física, diferentes estações lógicas.
Para suprir novas necessidades dos usuários, frente ao aumento do volume de dados e da consolidação crescente da convergência de tecnologias, foi preciso encontrar uma forma capaz de atender as demandas das empresas.
O conceito ressurgiu, então, com outros recursos e objetivos decorrentes da evolução da indústria tecnológica. Hoje, é cada vez maior o número de organizações que adotam a virtualização, que tende a se tornar padrão mundial para reduzir custos de administração, manutenção e centralizar o trabalho dos gerentes de tecnologia.

Benefícios
Com o uso da virtualização,é possível diferentes sistemas operacionais serem executados em uma única máquina física, o que simplifica o gerenciamento e a manutenção do equipamento além de reduzir drasticamente o consumo de energia.
Redução de custos, melhor aproveitamento de espaços físicos, facilidade para desempenhar e gerenciar serviços. A busca por esse cenário já é uma realidade para empresas que adotaram uma das soluções tecnológicas mais difundidas no mercado atualmente: a virtualização. Diante do significativo aumento do volume de dados e da necessidade de maior capacidade de processamento e performance, essa tecnologia veio para otimizar a infra-estrutura de TI. A partir dela, diversas máquinas virtuais podem existir, ao mesmo tempo, em uma mesma máquina física.
Uma empresa que tenha, por exemplo, uma série de desktops espalhados em filiais pelo Brasil poderá centralizá-los virtualmente em um único servidor no Data Center. Com a virtualização, a instalação de aplicativos nesses equipamentos, a administração, a troca periódica de cada um deles e a contratação de profissionais para manutenção não são mais necessárias como eram antes. Isso porque as máquinas podem ser acessadas remotamente – até mesmo de um iPhone. O resultado é o melhor aproveitamento da estrutura disponível na organização, sem a aquisição de novos equipamentos.
Empresas que precisam de uma enorme diversidade de plataformas de software, mas que não querem aumentar a plataforma de hardware são beneficiadas por essa tecnologia. Os espaços físicos deixam de ser escassos e os custos de operação e manutenção diminuem, pois, a partir de um recurso físico, vários outros recursos lógicos podem ser criados.

Ao cortar gastos e possibilitar o aproveitamento de espaços físicos, a virtualização acaba contribuindo com a economia de recursos naturais e evitando a poluição do meio ambiente. Já que essa tecnologia requer menor número de máquinas físicas, isso reduz a dissipação do calor, a necessidade de refrigeração e,consequentemente, o uso de energia elétrica. As soluções de virtualização reforçam a ideia de “TI Verde” – que consiste em um conjunto de práticas sustentáveis de produção, gerenciamento e descarte dos equipamentos eletrônicos –,com foco na utilização consciente de recursos.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

USP debate tratamento energético de resíduos

USP debate tratamento energético de resíduos

Especialistas de São Paulo e da Baviera participaram na última quinta, na Escola Politécnica da USP, do Seminário Internacional "Perspectivas para o Aproveitamento Energético dos Resíduos Urbanos".
O objetivo do encontro foi avaliar os avanços no tratamento térmico do lixo.

Organizado pelas secretarias estaduais do Meio Ambiente e de Saneamento e Energia, com o apoio da USP e do Consulado-Geral da Alemanha em São Paulo, o evento abordou também os resultados do Acordo de Cooperação entre os Estados de São Paulo e da Baviera, na Alemanha, com o objetivo de divulgar ações do governo paulista a fim de viabilizar projetos de Unidades de Recuperação Energética de Resíduos Sólidos Urbanos e o gerenciamento de Resíduos Sólidos no Estado de São Paulo.
"Essa cooperação entre governos desperta o que vimos em Nagoya sobre o papel importante dos governos nacionais na implementação das agendas ambientais. A solução para os resíduos tem que ser multimodal, mas é preciso não perder de vista a perspectiva de solução ambiental para o problema", ressaltou o secretário do Meio Ambiente, Pedro Ubiratan Escorel de Azevedo, ao comentar a parceria.
Segundo o engenheiro Aruntho Savastano Neto, gerente do Setor de Apoio a Programas Especiais da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), a cooperação entre os dois governos iniciou-se em 1997, com foco no gerenciamento de resíduos sólidos, considerando especialmente a escassez de áreas adequadas para a implantação de aterros em regiões metropolitanas de São Paulo, passando por questões como riscos, novas tecnologias e redução das emissões.
O representante da CETESB explicou que foram instituídos grupos de trabalho para a elaboração de um programa estadual de aproveitamento energético de resíduos sólidos urbanos e outros rejeitos de atividade econômica. Entre outras conclusões, mostraram a viabilidade de sistemas de tratamento de resíduos conjugados, com a geração de energia termelétrica, especialmente se computados os benefícios das compensações pela redução de emissões.

O evento contou com as participações de Matthias Ludwig Bogislav, cônsul-geral da República Federal da Alemanha; Sérgio Antonio Gonçalves, diretor de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente; Ludwig Kohler, chefe do Departamento de Gestão de Resíduos, Proteção do Solo e Áreas Contaminadas da Baviera e de José Roberto Cardoso, diretor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, entre outros.

Fonte: INFO ONLINE.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Virtualizar servidores é uma das formas de economizar recursos e praticar TI verde

Virtualizar servidores é uma das formas de economizar recursos e praticar TI verde


Virtualização de servidores é uma das formas de economizar recursos e praticar TI verde. De acordo com simulador no site de TI verde da Microsoft, um ambiente formado por 200 servidores, cada um com sua fonte de alimentação e 100% de servidores virtuais, faz a emissão de CO2 na atmosfera cair cerca de 150%.

No mesmo cenário, economiza-se 82% com aquisições futuras de hardware, 10% em refrigeração de ambiente e 8% de energia elétrica. “Além disso, minimiza-se o impacto de futuros descartes de equipamentos no meio ambiente”,.
Esse tipo de solução tem forte apelo nas empresas. “O corte de custos é uma consequência natural e o impacto ambiental é comprovadamente menor”,.